As redes sociais podem impactar no SEO do seu site?

Muitos profissionais se perguntam qual a relação as redes sociais e o SEO de um site. A resposta é: não há resposta exata. Apesar de que, muitas vezes, todos esses serviços são comprimidos em um pacotão de marketing digital e vendidos juntos, a relação entre eles pode ser um pouco complicada de explicar, pois sua relação não é exatamente direta.

É importante tomarmos conhecimento sobre isso, afinal, cada dia mais as pessoas compartilham links e conteúdos em redes sociais, seja em páginas profissionais ou perfis pessoais. Porém, os motores de busca, tais como Google e Bing, ainda são responsáveis por uma boa parte de todo o trafego gerado na WEB.

Com o decorrer dos anos, o pinguim e demais algoritmos do Google evoluíram de maneira impressionante eficiente, tudo isso em função de garantir que os sites com melhor posicionamento realmente eram os que possuíam o melhor conteúdo a fim de responder algo ao usuário. Englobando as mídias sociais ao ecossistema digital, elas possuem sim uma grande influencia quando falamos em alcance e acesso aos conteúdo, apesar disso, o Google ainda não considera os posts de mídias sociais como ponte chave para ranqueamento, somente a rede do próprio Google (a Google +) pode ajudar na indexação do conteúdo.

A seguir temos esclarecimentos de como esses processos podem estar interligados.

Resultados de classificação.

Para começar, um resumo bem direto ao que diz respeito aos links apresentados correspondentes as pesquisas feitas no Google: o Google analisa inúmeros fatores antes de exibir os resultados da busca, mas os dois fatores mais fortes são backlinks e o conteúdo da página em si.

No caso do conteúdo, os robôs do Google analisam o texto da página para medir qual a relação do conteúdo com a busca realizada. Por exemplo, se alguém pesquisar Sucesso no Google, os robôs de busca consideram todo o acervo de páginas que contenham esse termo dentro do texto ou do titulo, depois disso fatores como sua localização, pessoas que estão perto de você e também realizaram essa busca, ultimas notícias etc são levados em conta para que o ranqueamento do conteúdo seja feito.

Antigamente, o jogo era muito mais fácil. Você definia a palavra chave que gostaria de ranquear e então era só fazer com que ela aparecesse várias vezes dentro do seu texto. Mas com as atualizações e a implementação de inúmeras funções de analise nos algoritmos, o Google consegue ranquear os links de uma maneira muito mais densa do que antes.

No caso dos backlinks, que são situações em que outros sites indicam o seu, o conceito é que quanto mais sites apontam para o seu, mais fácil o ranqueamento será feito. E se os sites que apontam para o seu também possuírem um bom ranqueamento, é mais fácil ainda conseguir um dos primeiros lugares da busca.

Essa é uma analise básica sobre como o Google ranqueia os links dentro das buscas, afinal, esse processo é complexo demais para ser completamente entendido. O que conseguimos compreender é que existem fatores controláveis com maior influencia, e que se bem usados, podem ajudar bastante.

Sinais sociais.

A primeira coisa a ser notada quanto as redes sociais e as buscas, é que o Google não leva em conta a quantidade de likes, comentários ou shares a sua página tem.

Mas isso pode ter uma resposta muito clara: a API do Facebook não permite acesso total ao conteúdo interno da plataforma, as opções de busca (dentro e fora do Facebook) são demasiadamente limitadas.

O fato de o Google não considerar shares e likes fatores decisivos na hora do ranqueamento também pode ser justificado por um grande número de fakes nas redes sociais. Se tais fatores influenciassem diretamente no ranqueamento das buscas, seria muito fácil que marcas criassem uma série de fakes a fim de posicionar seus links no Google.

Por esses e outros motivos, torna-se compreensível o fato de as redes sociais não serem fatores decisivos na hora de posicionar os links.

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Como observado no inicio do texto, o Google leva em conta os backlinks espalhados pela internet. Dentro das redes sociais que permitem que os robôs indexem o conteudo, os posts e perfis são individualmente tratados como qualquer outra página da WEB. Na verdade, na maioria das vezes ao pesquisar por uma marca, você encontrará os tweets aquela marca indexados diretamente na primeira página do Google (isso acontece porque as duas empresas possuem um acordo no qual o Twitter facilita que os robôs do Google exibam os tweets)

Os tweets com mais likes possuem uma probalidade maior de serem exibidos da página de buscas do Google.

Enfim, isso não ajuda a ranquear o seu site de forma direta, mas como na internet o principal conceito é que um link leve ao outro, os links do twitter podem levar o seu site. Mas isso ainda não pode ser considerado como uma estratégia de SEO, uma vez que o Google também não indexa todos os tweets e nem consegue recolher esses dados do Facebook.

Dessa perspectiva, a única vantagem de ter um conteúdo altamente engajado nas redes sociais é reconhecimento da marca. Pois de fato, isso não influenciará no ranqueamento do Google, mas de qualquer forma, isso pode fazer com que seu site tenha mais acessos durante o boom do conteúdo. Acho que finalmente chegamos ao ponto chave. As redes sociais podem fazer com que seu site tenha mais acessos durante o boom do conteúdo, e o Google pode fazer com que seu site tenha mais acessos de forma atemporal.

De forma não direta, as redes sociais podem ajudar no seu ranqueamento. Isso é possível porque dentro das redes sociais, você tem a possiblidade de compartilhar seu conteúdo com um leque muito maior de pessoas, seu conteúdo é realmente visto. E se as pessoas que visualizam seu conteúdo gostarem dele, elas podem criar os backlinks tão queridos pelo Google.

Em resumo: as redes sociais podem ajudar o seu posicionamento, mas não da forma como você esperava. Então é importante elaborar estratégias que tornem possíveis tirar proveito dessas situações.

Tem alguma dica sobre esse assunto? Sinta-se à vontade para juntar-se à nós nos comentários! 😀
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Enviado por Daniel Henrique

Publicitário pela Universidade Regional de Blumenau. Coordenador de conteúdo na Spitze Network.